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Sintese denúncia quatro prefeitos sergipanos por atraso de salários do magistério

Audiência | 06.07.2016 às 21:38h

Educadoras e educadores das cidades de Campo do Brito, Cristinápolis, General Maynard e Santo Amaro tiveram audiência com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), Carlos Augusto Sobral. Eles foram apelar ao membro da corte de contas ajuda no sentido de acionar os municípios, através de medidas cautelares e bloqueio de contas, para que cumpram a Resolução 295/2016 do TCE.

"O cenário de atraso e /ou parcelamento dos salários tem sido constante desde o ano passado e a cada dia vemos a situação se agravar e o motivo não é falta de recursos, mas sim de um total desrespeito ao funcionalismo público municipal", aponta Sandra Moraes, diretora do Departamento de Assuntos das Bases Municipais do SINTESE.

Os professores colocaram para o conselheiro que o atraso no pagamento dos salários tem causado problemas não somente para os educadores (as) e suas famílias, mas também para os comerciantes locais.

"O problema não é de recursos, pois a folha de pagamento da Educação (professores e servidores) é em torno de R$700 mil e, somente em junho, as receitas somam mais de 1 milhão, falta vontade política do gestor em cumprir com suas obrigações e valorizar os servidores públicos", disse Sandra Oliveira, delegada sindical no município de Cristinápolis.

O conselheiro garantiu aos professores que tomará as providências necessárias o mais rápido possível, inclusive, colocando a possibilidade de que sejam feitas inspeções nestes municípios.

Da redação: Por Caroline Santos/Sintese
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