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Condutores de ambulâncias do SAMU 192 Sergipe decidem em assembleia paralisar as atividades

Greve | 31.10.2015 às 07:29h

Reunidos em assembleia, condutores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) decidiram, na manhã desta sexta-feira (30), paralisar as atividades na próxima quinta-feira (5) com indicativo de greve. Além da insatisfação pelo parcelamento do pagamento proveniente do Estado, categoria também cobra cumprimento de acordo de greve de 30 de maio de 2014.


O presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância (Sindconam), Adilson Melo, entende que, caso será decidido pela greve, a população será prejudicada, mas, segundo ele, é preciso pressionar o governo. "O acordo firmando reduziu a carga horária de 36h para 24h, no entanto, o mesmo não tem sido cumprido. Temos procurado nos manter no trabalho mesmo com todas as dificuldades e agora ainda temos que ter o nosso salário, que já é pouco, sendo parcelado", destacou Adilson.


Ainda de acordo com o presidente do Sindconam, a categoria está insatisfeita ainda com a falta de estrutura e, para ela, a solução é o "empaderamento do governo". "Trabalhamos em más condições. Das 59 ambulâncias do estado, 30 estão paradas com problemas. Tem bases do SAMU que estão fechadas há dois anos e o governo recebe a verba federal, mas não repassa. Para se ter uma ideia da dificuldade, no último domingo havia apenas uma UTI móvel para atender o estado", reforçou Adilson Melo.


SES


O assessor de comunicação da Secretaria de Estado da Saúde, Alberto Jorge, informou que, tanto a SES quando a Fundação Hospital de Saúde vinham cumprindo o acordo, no entanto, a questão passa pelo Tribunal de Contas do Estado (TEC/SE). "No entendimento de Clóvis Barbosa, o procedimento fere dos princípios legais, mas, o secretário da Saúde e o presidente da Fundação vinham obedecendo o que foi acertado", frisou.


O presidente do Sindconam rebateu dizendo que o TCE cumpre o seu papel, mas o Estado precisa criar uma lei, o que, até então, não foi feito. "O TCE disse que era fácil de resolver. Bastava criar o acordo coletivo e a lei. O acordo foi gerado, mas a Fundação não assinou", reforçou.


Fonte: Jornal da Cidade


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