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Em liberdade: Padre condenado por estupro de vulnerável desmente informação de sua prisão

CABE RECURSO | 25.03.2015 às 21:10h

Após a veiculação de sua prisão e exames de corpo de delito que teria sido realizado pelo Padre Márcio Gonzaga na manhã desta quarta-feira, dia 25, no Instituto Médico Legal Dr. Augusto César Leite, em Aracaju (SE), e depois levado para a Cadeia Territorial de Nossa Senhora do Socorro (SE), o padre resolveu quebrar o silêncio e negou as informações após a equipe do Portal Mais Glória manter contato com o mesmo.


Durante a conversa, o padre afirmou que as informações veiculadas são inverídicas e ainda revelou que durante o período da manhã esteve reunido com o seu advogado.


"É notícia mentirosa. Estou bem e acabei de sair de uma reunião com o meu advogado", afirmou o padre. Ele também declarou estar tranquilo em relação ao caso e seguirá apenas as recomendações jurídicas.

 

Relembre a acusação

 


 

Padre Estupro Menino Nossa Senhora da Glória Sergipe

 

 


O padre, ligado a Diocese do município de Propriá (SE), foi condenado pelo juiz Fernando Luís Lopes Dantas, da 1.ª Vara Cível e Criminal da Comarca de Nossa Senhora da Glória (SE) por abusar sexualmente de um garoto de apenas 12 anos. Apesar de ter sido anunciada a decisão, a sentença não foi divulgada, uma vez que ainda cabe recurso.


O caso foi registrado no município de Nossa Senhora Glória (SE), em 2012, onde o Padre Márcio exercia a função de pároco da igreja local e foi descoberto após uma denúncia feita pelo Disque Denúncia da Polícia Civil. Já o menino era coroinha da mesma igreja.
O pároco foi afastado da igreja em janeiro de 2013, pelo bispo da Diocese de Propriá, Dom Mário Rino Sivieri, quando iniciaram as investigações.


A defesa do religioso irá recorrer da decisão. O processo tramita em segredo de justiça.


Da redação: Gilson de Oliveira, Mais Notícias com informações do Portal Mais Glória

 

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