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Ex-prefeito será julgado pela morte de radialista

JUSTIÇA | 20.02.2009 às 04:31h
Por unanimidade, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Sergipe decidiu que o ex-prefeito de Tobias Barreto, Diógenes Almeida (PMDB) vai à júri popular. 
A decisão confirma a sentença proferida pelo juiz Aldo Albuquerque, da comarca local, que o atribuiu a responsabilidade pela morte do radialista Claúdio Rotay, assassinado há seis anos um bar no centro do município. Diógenes havia recorrido da sentença ao TJ.

De acordo com o relator do processo, desembargador Netônio Machado, no que tange a autoria, o Ministério Público não titubeou quanto à existência de indícios suficientes para a indicação de Diógenes. Os atos configuram sua condição de mandante, porquanto exaustivamente comprovado que o mesmo tinha pleno domínio dos fatos e, sob prévio ajuste, fez executar o plano homicida.
O radialista foi morto a tiros às 22 horas do dia 17 de junho de 2002, no bar do Barreto. De acordo com os autos, ele teria sido alvejado por tiros disparados por Cícero Bomfim da Silva, conhecido como ´Flávio Costeleta´, e Nilson Batista dos Santos, o ´Nilson Mondrongo´.

Segundo a denúncia, outros quatro tiros foram disparados contra o segurança de Rotay, Cosme José dos Santos, que também morreu. Nos autos do processo consta que Diógenes e o tratorista conhecido como ´Zezinho de Raimundo Gago´, teriam contratado por R$ 10 mil reais o executor de Rotay, que tinha um programa na antiga Rádio Imperatriz dos Campos e era conhecido na região pelo seu estilo polêmico e sensacionalista.

Com informações do Atalaia Agora
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