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Radialista é morto a tiros em frente à própria residência na periferia de Itabaiana

EXECUÇÃO | 22.12.2014 às 10:42h

O radialista Iran Machado Correia chegava a sua residência na Rua "R" do conjunto Francisco Teles de Mendonça, no Bairro São Cristóvão, periferia da cidade de Itabaiana (SE), por volta das 09 horas da manhã desta segunda-feira, dia 22, quando foi alvejado a tiros após parar o carro em frente à garagem do imóvel.

 

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(Fotos: Gilson de Oliveira/Mais Notícias)


De acordo com informações passadas à polícia por populares, a vítima estava sendo seguida pelos criminosos e foi morto na calçada logo depois de descer do veículo.

O radialista Iran Machado Correia chegava a sua residência na Rua "R" do conjunto Francisco Teles de Mendonça, no Bairro São Cristóvão, periferia da cidade de Itabaiana (SE), quando foi alvejado a tiros após parar o carro em frente à garagem do imóvel.


De acordo com informações passadas à polícia por populares, a vítima estava sendo seguida pelos criminosos e foi morto na calçada logo depois de descer do veículo.


Iran Machado era natural do município de Nossa senhora das Dores (SE) e trabalhava na área esportiva, onde prestava serviços a emissora de rádio da capital e do interior do Estado, inclusive com atuação na FM Comunitária da cidade de São Domingos, no Agreste Sergipano.

 

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Com 56 anos de idade, Iran Machado era pai de cinco filhos frutos de três relacionamentos distintos.


Após tomar conhecimento do homicídio o comando do 3.º Batalhão de Polícia Militar (3.º BPM) determinou o deslocamento de uma guarnição para preservar a cena do crime até a chegada dos Peritos do Instituto de Criminalística e para consequentemente ser recolhido para autopsia no Instituto Médico Legal Dr. Augusto César Leite, na capital sergipana.

 

A morte do radialista é o segundo registro de assassinato no mês de dezembro e o 41.º do ano de 2014 no município de Itabaiana.


O caso será investigado pelo Setor de Homicídio e Proteção à Pessoa da Delegacia Regional de Polícia Civil e a possibilidade de crime de latrocínio é pouco provável, uma vez que nada foi levado da vítima.


DA REDAÇÃO: Gilson de Oliveira, Mais Notícias.

 

 

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