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Acusado de pistolagem no município de Poço Verde é morto em suposto confronto com a polícia

NA MADRUGADA | 15.10.2014 às 09:23h

Na madrugada desta terça-feira, dia 15, o ex-presidiário José Augusto Aurelino Batista, 42 anos, foi morto numa operação da Polícia Civil em Poço Verde, cidade onde morava na região Sul de Sergipe. Na casa do suspeito a polícia apreendeu um pistola .40 de uso restrito com a numeração raspada, além de munições.

 

Poço Verde 

(Foto: Arquivo/SSP-SE)


Segundo informações da polícia, a operação ocorreu na casa de Zé Augusto, onde ele se encontrava com a esposa e uma filha de 4 anos, portadora de leucemia, e ao reagir à abordagem acabou sendo atingido por disparos de arma de fogo. A mulher dele também sofreu ferimentos e foi encaminhada ao Hospital Regional de Lagarto Monsenhor João Batista de Carvalho Daltro.


Zé Augusto era acusado de liderar um grupo de extermínio no município Poço Verde e no momento da abordagem, a polícia afirma que houve reação e foram desferidos disparos contra ele.

 

O ex-presidiário ainda foi socorrido, mas faleceu quando estava sendo levado para o hospital. O corpo foi deixado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Simão Dias para ser removido para autopsia no Instituto Médico Legal Dr. Augusto César Leite, em Aracaju (SE).


Zé Augusto também era suspeito de pelo menos 13 assassinatos, crimes que teriam sido praticados no ano de 2013. O ex-presidiário era acusado também de ter executado um adolescente que estaria sendo socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), quando interceptou a ambulância, ordenou que a equipe se retirasse e em seguida, efetuou vários tiros contra a pessoa que estava sendo socorrida por tentativa de homicídio.

 

Segundo informações da polícia, a operação ocorreu na casa de Zé Augusto, onde ele se encontrava com a esposa e uma filha e ao reagir à abordagem acabou sendo atingido por disparos de arma de fogo. A mulher dele também sofreu ferimentos e foi encaminhada ao Hospital Regional de Lagarto Monsenhor João Batista de Carvalho Daltro.

 

A família da vítima desmente as informações da polícia de que houve reação do suspeito no momento da abordagem e também garante que não existia nenhuma arma com ele.


DA REDAÇÃO: Gilson de Oliveira, Mais Notícias

 


 

 

 

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