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Ex-gestores sergipanos correm o risco de se tornarem inelegíveis

| 30.06.2008 às 07:22h
3,1 mil gestores públicos em todo o país tiveram suas contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Em Sergipe, 90 pessoas correm o risco de se tornarem inelegíveis. A lista, com 339 páginas, foi divulgada pelo tribunal e inclui instituições públicas como prefeituras, bancos, empresas estatais, entre outras.

A lista segue agora para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que pode declarar inelegíveis os gestores citados pelo TCU. Com isso, eles poderão ficar fora das eleições municipais de outubro. De acordo com o TCU, a relação será atualizada até 31 de dezembro de 2008. 
 
Em Sergipe foram julgadas irregulares as contas dos ex-prefeitos João Augusto Gama (Aracaju), Jerônimo de Oliveira Reis (Lagarto), José Everaldo de Oliveira (Poço Verde), José Raymundo Ribeiro (Lagarto), José Nelson de Araújo Santos (Estância), Manoel Soares de Souza (Frei Paulo), Izaias de Almeida Santos (São Cristóvão), Gildeon Ferreira da Silva (Tomar do Geru), Ananias Menezes Nascimento (Salgado), Antônio Rodrigues da Paixão (Nossa Senhora do Socorro), Dernival Rodrigues Santos (Rosário do Catete), João Alves dos Santos, João de Zé de Dona, (Itabaiana), Maria das Graças do Nascimento Lima (Propriá), João Bosco Machado, prefeito de Carira, além de outros administradores públicos.

Dos 4.840 julgamentos, 661 envolviam desvios ou gastos irregulares de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A maior parte das decisões do Tribunal de Contas da União envolve recursos de prefeituras ou destinados a municípios.
Na lista divulgada pelo TCU, o Estado da Bahia lidera com o maior número de irregularidades, com 488 ocorrências. Em seguida, aparecem o Maranhão, com 408 pessoas, Distrito Federal, com 321, e o Estado do Pará, com 304. Em São Paulo, 272 pessoas foram incluídas na lista. No Rio de Janeiro são 128 e, em Minas Gerais com 295 nomes.  Com apenas 31 irregularidades, Roraíma foi o Estado em que se registrou o menor número de contas irregulares.

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