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PM apreende pela primeira vez Oxi no interior do Estado

ENTORPECENTE | 16.10.2011 às 20:45h

Com informações da Agência Sergipe de Notícias

A Polícia Militar, através do Destacamento Policial Militar de Tomar do Geru, apreendeu na tarde de sábado, dia 15, uma sacola contendo oxi, entorpecente que tem efeito mais devastador que o crack. 
 
A ação aconteceu por volta das 16h, quando uma guarnição composta pelo sargento Derivaldo, aluno CFS Lisboa e soldado Fábio Lima realizava policiamento preventivo de rotina na região.

Os policiais avistaram a certa distância dois motoqueiros em atitude suspeita na cidade de Tomar do Geru. “Nós tentamos realizar abordagem, mas eles fugiram e entraram em uma viela onde carro não tem acesso. Na fuga, eles deixaram cair uma sacola contendo diversas trouxas da droga, que mata ainda mais rápido que o crack”, destacou o sargento Derivaldo. O caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Tomar do Geru.
 
Produção de oxi 
 
A diferença entre o crack e o oxi está na elaboração do produto. Para a produção do “Oxi”, ao invés de adicionar bicarbonato e amoníaco ao cloridrato da cocaína, os vendedores adicionam querosene e cal virgem. A droga tem coloração mais amarelada ou esbranquiçada, dependendo da quantidade de querosene e cal utilizada no preparo. 
 
Segundo especialistas, ao ser queimado, o produto fica oleoso. Fumando num papel, o “Oxi” fica preto; se queimado em um cachimbo, a pedra fica com uma crosta oleosa. Vem daí o apelido de “óleo” utilizado entre os usuários. 
 
Efeitos da droga 
 
Assim como o crack, o oxi causa o dobro da euforia da cocaína. Entre os efeitos colaterais, estão o aumento da pressão arterial, alto risco de infarto e acidente vascular cerebral. A longo prazo, o cérebro é afetado, podendo sofrer perda da memória e diminuição da capacidade de concentração e raciocínio. Uma das diferenças é que o efeito do oxi passa mais rapidamente, por isso o potencial de causar dependência é maior.

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