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Polícia Civil elucida crime que vitimou criança em Campo do Brito em janeiro de 2018 e SSP nega violência sexual

Caso Edenilza | 07.01.2019 às 15:49h

Passado um ano da localização do corpo da menina Edenilza Silva Andrade de 12 anos, encontrado com sinais de estrangulamento, no povoado Garangau, no município de Campo do Brito, na região Agreste do Estado, a Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), divulgou na última sexta-feira (04), que o caso foi elucidado pela Polícia Civil com o indiciamento de duas pessoas.

Segundo a SSP/SE, os responsáveis pela morte da pré-adolescente moravam próximas à vítima. A identidade dos suspeitos não foi revelada, uma vez que o caso segue sob segredo de justiça, e a denúncia foi oferecida ao Ministério Público do Estado de Sergipe (MPE/SE).

De acordo com as informações passadas pela assessoria de comunicação da SSP/SE, durante o período investigativo do caso foram ouvidas cerca de 30 pessoas, além de da solicitação de exames.

Inicialmente foi divulgado que a menina teria sofrido abuso sexual, no entanto, logo em seguida, a própria SSP tratou de corrigir a informação dizendo que não havia ocorrido o abuso sexual.

Relembre o caso

A pré-adolescente Edenilza Silva Andrade de 12 anos, foi encontrada morta e despida, por volta das 20 horas de 03 de janeiro de 2018, numa plantação de mandioca. A menina estava com o rosto deformado e ainda apresentava diversos hematomas com indícios de estrangulamento e uma peça íntima dentro da boca. Outras peças do vestuário da vítima estavam no local da ocorrência ao lado do corpo.

A jovem passava as férias na casa da mãe no povoado Vermelho, também em Campo do Brito. Os pais da adolescente eram separados e ela morava com a avó no mesmo povoado onde ocorreu o fato. (Foto: Arquivo/Gilson de Oliveira)

Da Redação: Gilson de Oliveira
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