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Paciente com malária recebe alta do HUSE e continuará tratamento em casa

Doença infecciosa | 24.08.2018 às 16:37h

O paciente internado com malária no Hospital de Urgências de Sergipe (HUSE) recebeu alta nesta sexta-feira (24). A doença infecciosa foi diagnosticada na última quarta-feira (22), por meio de teste rápido realizado. A vítima é um caminhoneiro residente do município de Umbaúba, o qual informou à Secretaria de Estado da Saúde (SES) ter vindo do Norte do país, região endêmica para a malária.

De acordo com a SES, o rápido diagnóstico viabilizou o início imediato do tratamento com antibiótico combinado antimalárico, permitindo ao paciente uma boa evolução do quadro. Enquanto o paciente era tratado no Huse, a Gerência do Núcleo de Endemias da SES iniciava a interlocução com o município de Umbaúba, com vistas à adoção de medidas de vigilância que envolve uma investigação epidemiológica e um inquérito entomológico.

"Na verdade, a vigilância é isso, é detectar o caso e agir na localidade, onde esse morador reside. E por quê? Porque temos que fazer a investigação para saber se na área tem a presença do vetor que transmite a malária e se tem mais pessoas com os mesmos sintomas que esse paciente apresentou", disse a gerente do Núcleo de Endemias, Sidney Sá.

Cabe, também, ao gestor municipal, acionar o Laboratório Central de Sergipe (Lacen), órgão da Fundação parreiras Horta, gerida pela SES, para a realização do inquérito entomológico. E, de acordo com o gerente do Laboratório de Entomologia do Lacen, Antônio Fernando Viana de Assis Lima, o município já fez contato neste sentido, embora não formalizado.

Estando ou não o vetor com o vírus da malária, mas bastando estar na região, o próximo passo é o bloqueio epidemiológico, que nada mais é do que o uso de inseticidas para controlar a infestação do mosquito Anopheles, que transmite a malária. Ela observa que este não é o mesmo mosquito que transmite a febre amarela, dengue, zica ou chikungunya.

Segundo caso

Este é o segundo caso de malária registrado em Sergipe. O primeiro ocorreu entre janeiro e fevereiro, envolvendo uma pessoa que veio da África, trabalhador de construtoras, que estava de passagem por Sergipe. Ele já havia tido a doença e quando aqui chegou sentiu febre. Procurou o Lacen, fez exame e a doença foi confirmada. Recebeu a medicação indicada e dois dias depois partiu de Sergipe, seguindo a rota de trabalho.

Da redação: AJN¹ (www.ajn1.com.br)
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