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Ação policial resulta em dois suspeitos de assalto mortos e dois presos

Reação à prisão | 13.06.2017 às 19:11h

Dois indivíduos suspeitos de terem assaltado um representante comercial na saída de um restaurante na cidade de Neópolis, no Baixo São Francisco Sergipano, morreram na tarde desta terça-feira (13) depois de resistirem à voz de prisão.

Logo após o assalto, a dupla fugiu do local em uma motocicleta, sendo que, em seguida, a equipe de serviço da 2.ª Companhia do 2.º Batalhão de Polícia Militar (2.ª CIA/2.º BPM) foi acionada para atender uma ocorrência, onde dois infratores negociavam a venda de objetos provenientes de roubo a dois jovens.

De imediato, a guarnição iniciou as buscas e ao chegar ao local informado no denúncia os suspeitos foram surpreendidos pelos policiais. Entretanto, eles reagiram a ação da polícia e efetuaram tiros contra a viatura. Por sua vez, os militares revidaram a agressão e dois meliantes acabaram alvejados e evoluíram a óbito no local.

Foto: Reprodução das Redes Sociais

Os outros dois indivíduos foram detidos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, enquanto os corpos dos comparsas foram levados para o hospital da cidade para serem recolhidos pela equipe do Instituto Médico Legal Doutor Augusto César Leite, em Aracaju (SE).

Foto: Reprodução das Redes Sociais

Com os elementos, a polícia apreendeu um revólver calibre 32mm com seis munições, sendo três delas deflagradas e outras três picotadas, além de uma motocicleta Honda, modelo POP 100, com placa QKQ - 3947, tomada de assalto na cidade de Pacatuca (SE) e dois aparelhos de telefones celulares provenientes do assalto.

De acordo com informações iniciais da polícia, os jovens mortos eram suspeitos de praticarem diversos assaltos a ônibus do transporte escolar e a transeuntes, sendo que um deles era conhecido pela alcunha de "Santanás" e havia saído recentemente do Centro de Atendimento ao Menor (Cenam), onde cumpriu medida sócioeducativa por ato infracional, análogo a homicídio, que teve como vítima um idoso, morto a pedradas.

Por falta de documentos pessoais, os corpos seguiram sem identificação para a capital sergipana para serem submetidos aos exames de autopsia.


Da redação: Gilson de Oliveira
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