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Investigação aponta padrasto de criança morta em Japoatã como autor de crime

Confissão | 10.09.2016 às 07:22h

Pouco menos de uma semana após a localização do corpo da criança Wallace Thiago de Jesus Santos de 04 anos, a Polícia Civil, por meio de investigação coordenada pelo delegado Thiago Lustosa, conseguiu descobrir o responsável pela autoria do crime.

O caso ocorreu na zona rural do município de Japoatã, no Baixo São Francisco Sergipano, e o suspeito trata-se de Gênisson Feitosa Marques, padrasto do menino, segundo informações passadas à imprensa pela polícia na tarde de sexta-feira (09).

padrasto menino enterrado Japoatã Sergipe

A criança estava desaparecido desde o dia 4 de agosto e seu corpo foi encontrado na manhã de sábado dia 3 de setembro, em uma área de mato no povoado de Poxim.

A confissão do padrasto aconteceu após a polícia confrontar as informações do seu depoimento e o relato da mãe do menino. Segundo a última versão apresentada por Genisson, ele teria acordado e asfixiado a criança. Em seguida, forjou um cenário, colocando uma cadeira perto da porta para indicar que a criança teria saído de casa por conta própria.

Por fim, ele deixou a residência, sem o conhecimento da mãe do garoto, e enterrou o menino. Em seu depoimento, o homem ainda alega ter feito tudo sozinho e sem um planejamento prévio.

Segundo o delegado Thiago Lustosa, apesar da confissão, as investigações continuam, pois ainda existem resultados periciais a serem concluídos, inclusive aqueles que vão definir se o padrasto agiu sozinho ou não, inclusive ainda é aguardado o resultado da perícia da Polícia Técnica Científica do Instituto de Criminalística e o exame cadavérico do Instituto Médico Legal Doutor Augusto César Leite.

A motivação para o crime, segundo alegou o suspeito em oitiva, seria uma disputa entre os pais biológicos da criança. Fato que o levou a ser tomado por uma raiva súbita. Durante seu depoimento à autoridade policial, o suspeito ainda admitiu a possibilidade de ter enterrado o menino vivo.

menino enterrado Japoatã Sergipe

Mesmo tendo confessado que agiu sozinho, Gênisson e mãe biológica da criança, Alessandra Jesus Santos, ficarão presos temporariamente até que a investigação seja concluída.

mãe padrasto menino enterrado Japoatã Sergipe


Da redação: Gilson de Oliveira com informações da Ascom da SSP/SE
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